Acho engraçado quando algumas mulheres perguntam sobre um cara “ele tem carro?”. Elas preocupadas com o carro, e eu aqui torcendo pra ele ter no mínimo um coração.
(Source: incertacerteza, via sociedadedospoetasmortos)
Acho engraçado quando algumas mulheres perguntam sobre um cara “ele tem carro?”. Elas preocupadas com o carro, e eu aqui torcendo pra ele ter no mínimo um coração.
(Source: incertacerteza, via sociedadedospoetasmortos)
(Source: sembarreira, via 10-de-dezembro)
-Você anda fria.
-Eu nunca disse que era quente.
-Nossa,que grossa.Que que eu te fiz?
Ela lança um olhar irônico,e volta a mexer no celular.
-Não vai mesmo me responder?
-Sai daqui,por favor.
-Só me fala o que eu te fiz.
-Eu vou ter que pedir outra vez?
Ele já estava com lágrimas nos olhos,pois tinha sido forte por muito tempo,exibindo um sorriso que não era dele,com a intenção de mostrar a todos que não sofria por nada nem ninguém.Com dificuldade,respondeu:
-Por…favor.
-Chorando,querido?Mas não é você mesmo que nada nem ninguém abala?Ah,por favor.
Uma lágrima escorreu em seu sua pele morena.Era a primeira vez que ela o vira chorar.Preocupada,mas ainda com seu enorme orgulho,disse:
-Não chora,não.Detesto ver pessoas chorarem.
Tanto ela quanto ele sabiam que com “pessoas” ela queria dizer “Não gosto de te ver chorar,meu amor.”Mas seu orgulho era maior.Muito maior.
-Eu só queria saber o que eu fiz pra merecer…
-Ah,então você sentiu falta?
-Senti pequena,não sabe como sofri com você longe, só me faltava coragem e um pouco menos de orgulho pra lhe contar isso.Não só senti sua falta, como cansei de ser tratado com grosseria..
-Eu te tratando com grosseria? Olha quem fala…
-Não podia deixar que o amor que eu sentia por você transparecer.
-Idiota…
-Sim, o seu idiota.
-Saí daqui.Não quero falar com você.
-Amor,larga de ser boba.
Na hora em que ele falou aquilo,ela não aguentou,as lágrimas guardadas com ela durante tanto tempo,finalmente cairam.
-Amor?
-Sim pequena…
-Amor,pequena?
-É, eu amo você.
-Eu também te amo idiota.
Então se beijam ali mesmo.Parecia até que o mundo dos dois havia parado ali,e só existiam os dois.Ah,como ela havia sonhado com aquilo…
(via cartasparasuajulieta)
(Source: estranhoamigavel, via 10-de-dezembro)
As pessoas têm esse costume de entrar em nossas vidas, fazer uma reviravolta, fazer crescer um sentimento e com o tempo elas somem e não nos deixam uma carta, ou ao menos nos dizem o motivo de seu afastamento. Vejo pessoas que disseram estar comigo sempre, pessoas que diziam serem meus amigos, e hoje nos tornamos novos desconhecidos. Passam do meu lado, me olham e finge não me conhecer. Tenho vontade de parar essas pessoas no meio da rua e falar “Ei lembra-se de mim? Você prometeu estar comigo sempre”. Mas as pessoas não se importariam com isso, não se importariam com meus sentimentos. É sempre assim, você acredita, confia e as pessoas te apunhalam pelas costas. Eu estou apenas cansada disso sabe? Parece que o tempo que eu a essas pessoas passamos juntos não significou nada, e saber disso dói muito. Sei lá, pelo que parece eu não faço diferença na vida de ninguém. Só sei que a partir de agora as pessoas vão demorar pra conseguir conquistar a minha confiança.
(Source: icouldbeyourheroine, via borboletasvoam)
(via estrangements)
(Source: nahora-h, via 10-de-dezembro)

‘Extra, extra, extra, não confie nos poetas, foi cientificamente comprovado que eles não sabem amar’
- Os jornais não são mais bons, olhe o que escreveram sobre os poetas. - Indignada entregou ao moço que estava sentado ao seu lado o jornal e escondeu seu caderno de anotações na bolsa.
- Eles tem inveja, acalme-se moça. - Colocou o copo de café sobre a mesa e abriu o jornal lendo a matéria rapidamente.
- Mas… - Abaixou a cabeça.
- Mas o que? - Abaixou o jornal e fitou-a.
- Não é de todo o errado sabe, moço. - Bateu uma unha sobre a mesa, e passou os dedos em algumas gravuras ali contidas.
- Não é? - Pousou o jornal sobre a mesa, arrumando-o com cuidado e voltando os lábios para a caneca de café.
- Não. - Pausou. - Sabe, eu escrevo… as vezes. - Sorriu.
- Sei que escreve, e tem belas palavras para uma moça tão jovem. - Empurrou o jornal de volta para ela, a qual rapidamente colocou-o entre o caderno de anotações e fechou a bolsa.
- Sabe? Quero dizer, não sou conhecida nem nada, apenas escrevo para… sei lá, me aventurar em algo novo, compreende?
- Sim, eu sou assim com a música. - Soltou um riso falso.
- É músico?
- Toco.
- O que?
- Violino.
- Que interessante.
- Quer dizer entediante?
- Não, não, quis dizer realmente interessante.
Os dois sorriram e voltaram os olhos aos seus cafés.
‘Poetas não sabem amar, parem de se iludir.’
- Malditos telejornais. - Surrou a mesa e ele notou uma lágrima caindo de seus olhos.
- Acalme-se moça, e me explique o motivo desse ódio.
- Eu sei amar. Mas escondo. E creio que todo poeta romântico seja assim. Precisamos disso para mantermos-nos fechados, precisamos esconder todo esse amor para ele não ser usado contra nós… por isso fingimos, mas fingimos algo que no fundo todos sentimos. - Pausou. - Confuso?
- Um pouco. - Sorriu. - Mas a confusão anda com a harmonia, sabia?
- Não. - Abriu um sorriso de canto e puxou a mãos de volta ao colo. - Como chegou à esta conclusão?
- Conheci uma moça, em meio à uma confusão, e te confesso que ela foi a harmonia que faltava em minha vida.
- Estão juntos ainda moço?
- Não pequena, acabei de conhece-la. Mas ela tem em mãos todo um mundo literário em frente.
Ela calou-se com um sorriso tímido no rosto.
- Então, cara poeta, daria-me a honra de um café contigo?
- Se levar a música a sério… eu posso ate aceitar.
- Levarei ate a poesia se quiser.
- Mas nós poetas somos fingidores, lembra?
- Finja que não se importa, e eu finjo que não será para sempre.
- E será?
- Não sei, talvez sim..
- E se não for?
- Se não for, daremos um jeito.
- Aceito!
- Se casar comigo?
- O café.
- Mas e se casar comigo?
- Quem sabe um dia!
- Contento-me com a possibilidade…
- Já é um grande passo para mim, violinista.
- Não importa poeta, esperarei.
- Sem fingimentos?
- Sou músico, não poeta. - Riso calmo.
- Eu sou poeta e não minto.
- Poeta sem fingimento.
- Músico sem letras!
- Você me encanta.
- Terá bastante tempo para dizer-me sobre isso…
Silêncio e troca de sorrisos…
Ingrid Forato, o violinista e a poeta.
This is so very beautiful.
Full version of my comic Counting Stars, which I drew for a competition.
Very close to bawling right now. This definitely struck a chord.
(via yanmamon)

(Source: p-0eta, via 10-de-dezembro)
(Source: paradise-insane, via sociedadedospoetasmortos)
Você disse “Oi”; eu respondi.
Você não tinha mais cigarros; eu ofereci.
Você queria andar; corremos.
Você queria beijar; eu também.
Você tinha medo; eu não.
Você tinha algo; eu não tinha ninguém.
Você me beijou. Você me beijou.
Eu queria beijar; você não sabia mais.
Eu queria correr, você fugiu.
Eu tinha você; você não queria nada.
Eu disse “Oi”; você disse “Adeus”.
Eu tenho tantos cigarros; você nem fuma mais.
Queria que você ligasse; você não ligou.
Queria que você falasse; você se calou.
Queria que o tempo passasse; você voou.
(Source: icanbeyourcocaine, via sociedadedospoetasmortos)
(Source: sembarreira, via 10-de-dezembro)
(via sociedadedospoetasmortos)
- Sinto a sua falta.
- Também sinto a minha falta.
- Não sente mais a minha?
- Cansei de sentir.
- Deixou de sentir?
- O verbo “cansar” é diferente de “deixar”.
- Ah, então quer dizer que você ainda sente a minha falta?
- Da mesma maneira que sinto a minha falta.
- E porque sente a sua falta?
- Porque eu mudei.
- Mudou por sentir a minha falta?
- Não, mudei por você ter ido embora mesmo.
(via sociedadedospoetasmortos)